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IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR

INTRODUÇÃO

Poucas pessoas se mantém insensíveis depois da leitura da biografia da irmã Aimée. Seus talentos naturais colocados a serviço do Senhor; sua capacidade de obedecer a Deus; sua fé genuína; seu amor pelas almas; seu discernimento espiritual e muitas outras qualidades reveladas nesta biografia, resultaram num grande avivamento e por fim, no surgimento da Igreja do Evangelho Quadrangular.

Aimée Semple McPherson deixou-nos uma grande herança de vida cheia de amor e de realizações espirituais. Cabe a nós, agora, a responsabilidade de dar continuidade a este maravilhoso ministério, pregando e ensinando com fé, o Evangelho completo, o Evangelho Quadrangular.

Jesus Cristo Salva;
Jesus Cristo Batiza com o Espírito Santo;
Jesus Cristo Cura;
Jesus Cristo Voltará.

"Grandes coisas fez o Senhor por nós, e por isso estamos alegres"
Salmo 126:3

Aimée Kennedy nasceu numa pequena fazenda perto de Ingersoll, Ontário, no Canadá, a 9 de outubro de 1890, filha única do casal James e Minnie Kennedy. Lá passou sua infância e mocidade, formando-se do colégio com honras especiais.


Na sua adolescência, a jovem Aimée se interessou cada vez mais pelos programas sociais e recreativos da Igreja Metodista que ela frequentava, usando seus talentos criativos nas apresentações teatrais da igreja. Cinema, patinação no gelo, romance e bailes foram as diversões que atraíram-na até o ponto de seu coração ficar cada vez mais frio e longe de Deus.


Com a idade de dezessete anos, enquanto cursava o colégio, ela ficou fascinada com os ensinamentos da teoria da evolução. Mesmo sendo criada num lar cristão, Aimée começou a duvidar da veracidade de suas crenças religiosas, até da existência de Deus. Nessa condição de indiferença ateística, Aimée não se sentiu feliz. Entre as dúvidas e a tristeza por ter discutido com sua mãe, tendo-a magoado com sua descrença, a luta em seu coração era muito grande.

CONVERSÃO

Uma noite ela foi para seu quarto, determinada a achar uma solução para suas dúvidas. Sem acender a lamparina, ajoelhou-se em frente à janela aberta onde contemplava a paisagem branca, toda coberta de neve. Levantando-se seus olhos aos céus, vendo a lua e as estrelas, pensou: "Certamente deve existir um grande Criador que fez tudo isto." De repente, ergueu os seus braços para o céu e clamou: "Oh Deus, se há um Deus, revele-se a mim." (Dentro de quarenta e oito horas Deus respondeu essa oração).

No dia seguinte, passando pelo centro da cidade com seu pai, Aimée viu uma placa anunciando cultos de avivamento pentecostal num salão grande. A pedido da filha, o Sr. Kennedy levou-a ao culto na noite seguinte. Aimée foi com a intenção de se divertir, mas, toda frivolidade e zombaria desapareceram quando o jovem pregador, Robert Semple, se levantou e abriu a Bíblia. O evangelista pregou sobre o texto: "arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados e recebereis o dom do Espírito Santo." (Atos 2:38)

Depois de explicar o plano de salvação e o que significa arrependimento e fé, o evangelista começou a expor a doutrina do batismo com o Espírito Santo. Ele mostrou que a salvação, e o Batismo no Espírito Santo devem ser ministrados lado a lado, para que o crente possa viver sua vida na plenitude do plano de Deus. Aimée ficou profundamente convicta de seu pecado. Repentinamente, o pregador deixou de falar inglês e começou a falar em línguas estranhas pelo Espírito Santo, com seus olhos fechados e os braços estendidos na direção de Aimée. Em seguida Robert Semple continuou a sua mensagem em inglês. Não houve interpretação, mas, Aimée, que até aquela noite nunca soubera do falar em línguas estranhas, sentiu que era a voz de Deus falando com ela, dizendo: "Tu és uma pobre perdida e miserável pecadora, merecedora do inferno." Aimée não aguentou mais e deixou o culto para assistir um ensaio da peça de Natal de sua autoria. Ela mesma descreveu os eventos que se seguiram com estas palavras:

"Não sei como terminei o ensaio naquela noite, mas eu sei que por três dias lutei com a mais terrível convicção de pecado e da minha necessidade de Deus. No terceiro dia, sozinha, voltando do colégio em um trenó, a convicção era mais do que eu podia aguentar. Levantando minhas mãos eu clamei em alta voz: Senhor Deus, tem misericórdia de mim, pecadora! Imediatamente o peso se foi; glória e alegria subiam do meu coração e transbordavam em louvor através dos meus lábios; lágrimas rolavam pelas minhas faces e eu comecei a cantar:

Toma minha vida e deixei-a ser consagrada, Senhor, a Ti; toma meus lábios e deixo-os cantar sempre, somente ao meu Rei! Agora já se foram as canções mundanas; tomais minhas mãos e deixa-as moverem-se pelo impulso do Teu amor! Então não haverá mais música mundana tocada pelas minhas mãos; toma meus pés e deixa-os serem ligeiros e formosos para Ti; já acabou para mim o salão de baile e tudo que ele para mim representava."

A conversão e a consagração foram completas. Chegando em casa, Aimée pegou todas as músicas de jazz e juntamente com os romances e os sapatos que usava nos bailes, queimou tudo, explicando a seu pai que veio correndo, que daquele dia em diante ela ia cantar e tocar hinos, e a Bíblia seria seu livro.

CHAMADA PARA SERVIR E
BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO

Depois da sua conversão, Aimée passou duas semanas numa alegria impossível de descrever. Um dia em oração, ela sentiu que precisava ganhar almas. Começou a procurar na Bíblia o segredo do poder e êxito daqueles que ganham almas. Pelo estudo do livro de Atos, ela descobriu que o revestimento do poder para servir era sinônimo de batismo com o Espírito Santo. Desde aquele momento ela começou incessantemente a buscar o Espírito Santo, perdendo muitos dias no colégio, para assistir reuniões de oração na casa de uma senhora já batizada com o Espírito Santo, que pertencia à Missão Pentecostal, onde Aimée ouviu o Evangelho. Quando a mãe de Aimée recebeu uma carta do diretor do colégio, comunicando o fato dela estar perdendo muitas aulas, proibiu-a de frequentar os cultos, chamando o povo da missão de fanáticos.

Na segunda-feira seguinte, Aimée conseguiu chegar na cidade, apesar da neve que estava caindo. Resolveu não ir ao colégio, mas, passar o dia em oração na casa da irmã da missão. Elas oraram juntas, pedindo ajuda a Deus, para que Aimée ficasse na cidade até receber o batismo. O Senhor ouviu a oração e a neve começou a cair numa tempestade muito forte. Ela orou o dia todo e quando foi pegar o trem para voltar à sua casa, descobriu que todos os trens estavam parados, as linhas telefônicas interrompidas e as estradas intransitáveis. Essas condições prevaleceram por uma semana, e Aimée ficou na casa da irmã, passando a maior parte do tempo ajoelhada e orando horas a fio, comendo e dormindo pouco, levantando na madrugada, e embrulhada em cobertores, continuava em oração.

Na sexta-feira ela ficou na presença do Senhor até à meia-noite. Levantando bem cedo no sábado, antes que qualquer pessoa da casa estivesse acordada, foi à sala, ajoelhou-se, levantando as mãos começou a orar pedindo o Espírito Santo, para melhor servir ao Senhor, contando o Seu amor para os outros. Num momento, uma alegria maravilhosa encheu o seu coração, e Aimée com os olhos fechados, viu o mundo como um vasto campo de trigo, já branco para a ceifa. Ainda em oração, o trigo começou a se transformar em rostos humanos, a folhagem, em mãos levantadas e sobre tudo apareceram as palavras do Salvador. "Os campos já estão brancos para ceifa. A seara é realmente grande, mas poucos os ceifeiros. Rogai pois ao Senhor da seara que mande ceifeiros para a sua seara." Naquela noite o Senhor colocou na sua mão uma foice de dois gumes (A Palavra de Deus), e no seu coração soaram estas palavras: "Vais recolher o trigo, mas lembres sempre que a foice te é dada para cortar o trigo. Muitos ceifeiros usam-na corretamente apenas poucas horas, e depois começam a cortar e marcar os seus colegas. Aplica-te à tarefa que está perante ti; corte somente o trigo e recolhe os molhos preciosos."

Esta foi uma lição que a irmã Aimée nunca esqueceu. Apesar das críticas, perseguições e mesmo calúnias terríveis, não procurava se defender, criticando ou ferindo os outros.

Naquele mesmo sábado inesquecível, Aimée Kennedy recebeu o batismo no Espírito Santo, louvando e glorificando ao Senhor numa língua que ela nunca aprendeu, "Segundo o Espírito lhe concedia que falasse."

Era quase meio dia quando se levantou com o rosto radiante, após ter ficado muito tempo na presença do Senhor, em oração. Fora, a tempestade havia cessado; os irmãos da casa entraram na sala e regozijaram-se com Aimée. Ela escreveu mais tarde: "Dentro do meu coração ficaram duas convicções: primeiro, que o consolador tinha entrado para ficar e que eu teria que viver andando em consagrada obediência à sua vontade; segunda, que eu tinha recebido uma chamada para pregar o evangelho eterno."
 

                                                     CASAMENTO E ENTRADA
                                                            NO  MINISTÉRIO

Logo após essa experiência maravilhosa, o evangelista Robert Semple, voltou a Ingersoll e no dia 22 de agosto de 1908, casou-se com Aimée. Juntos entraram no campo evangelístico, seguindo um programa de trabalho intensivo. Foi nessa fase do seu ministério que Aimée recebeu o dom de interpretação de línguas. Um dia enquanto estava orando no seu quarto, começou a falar em línguas, pelo Espírito Santo. Logo ela ficou consciente pelo fato de poder entender o significado das palavras dadas pelo Espírito. Durante o culto daquela mesma noite, o pastor, Rev. Durhan deu um mensagem em línguas e Aimée recebeu a interpretação, mas por causa da timidez, não deu a interpretação. Porém na reunião seguinte, quando uma mensagem em línguas foi dada, com medo de apagar o Espírito, Aimée foi obediente, deixando que o Espírito Santo desse a interpretação através dela.

Algum tempo depois, assistindo uma série de conferências, Aimée caiu numa escadaria e fraturou o osso de um dos pés, ficando com quatro dos ligamento completamente soltos, a ponto dos dedos serem puxados para baixo apontando a direção do calcanhar. Depois de colocar o gesso, o médico deu pouca esperança da recuperação dos ligamentos e da flexibilidade do pé e do tornozelo. Com os dedos do pé inchados, pretos e com muita dor, Aimée foi assistir o culto à tarde, dirigido pelo Rev. Durham. Não suportando mais a dor, deixou o culto, resolvendo descansar no seu quarto, que ficava um quarteirão de distância do salão de cultos. Chegando ao quarto, ela ouviu uma voz dizendo: "Se tu embrulhares o sapato do pé fraturado, voltares ao culto, e pedires ao Rev. Durham orar por ti, levando contigo o sapato para calça-lo na volta, eu curá-lo-ei." A princípio, ela estranhou a idéia, mas a voz no seu coração insistiu tanto que finalmente com a ajuda de muletas, voltou ao culto levando o sapato. Chegou tremendo e atordoada porque no caminho a muleta entrou num buraco na calçada, causando aos dedos, já sensíveis, uma dor terrível por haverem tocado no chão. Contando aos irmãos reunidos o que Deus tinha falado, e após uns momentos de oração silenciosa, o Rev. Durham colocou suas mãos no tornozelo dela e disse: "No nome de Jesus receba a cura." Instantaneamente ela sentiu que fora curada; o gesso foi tirado e num salto ela colocou-se em pé e começou a andar, louvando ao Senhor. O testemunho de Aimée foi este: "Desde aquela vez o poder da cura divina se manifestou vez após vez na minha vida e na vida daqueles que eu tive o privilégio de oferecer a oração da fé."

Não foi muito tempo depois disso que o casal Semple, sentindo a chamada de Deus, partiu para a China, como missionários naquele país idólatra. Enquanto eles ministravam ali, lutando pela causa do mestre, os dois caíram doentes com malária, e Robert Semple deixou essa vida, para viver com Cristo eternamente.

Após o sepultamento de seu marido em Hong Kong, Aimée voltou à América com sua filha Roberta, de seis semanas. Depois de alguns anos de trabalho na seara do Senhor, cansada, sozinha e querendo um lar para criar sua filhinha, Aimée casou-se com Harold Stewart McPherson.

Desse casamento nasceu um filho, Rolf Kennedy McPherson, o qual a sucedeu na presidência da Igreja (Internacional Church of the Foursquare Golpel) até o ano de 1988.

Nesse lar seguro e confortável, Aimée logo percebeu que não poderia ser inteiramente feliz se não fizesse a vontade de Deus. A voz do Senhor falava ao seu coração: "Prega a Palavra. Faze a obra de um evangelista." Na intensa luta entra a chamada de Deus e o dever à sua família, Aimée caiu num estado de depressão que ela procurou afastar, dedicando-se mais às obrigações domésticas e ao cuidado de seus filhos. A escritura que sempre voltava à sua mente, era "E Jonas se levantou para fugir de diante da face do Senhor para Tarsis." Aimée não podia negar a chamada de Deus na sua alma. Adoeceu e, gradativamente, foi piorando, ao ponto do ruído da água fervendo ou da conversa baixa, tornar-se insuportável. Foi necessário uma operação, mas ela piorou. As complicações resultantes do coração, hemorragias do estômago e nervosismo intenso levaram o médico a aconselhar uma outra operação séria.

Aimée adiou a operação por um tempo, na esperança de que Deus iria curá-la. Mas, cada vez que pedia a cura de Deus, vinham-lhe à mente as palavras do Senhor, dizendo: "Tu irás? Pregarás a Palavra?" Um ataque repentino de apendicite, levou-a à mesa de operação, e o seu desespero era tanto, ao ponto dela pedir que Deus a levasse dessa terra. Cinco operações foram feitas naquele dia, e nos dias que se seguiram, ela chegou a um estado tão crítico, que todos aguardavam sua morte. Naquela madrugada, no silêncio do quarto no hospital, já com a respiração difícil, Aimée ouviu novamente a voz do Senhor, dizendo: "Agora tu irás?" e ela reconheceu perfeitamente que estava indo ao túmulo, ou à seara com o Evangelho. Com a pouca força que lhe restava, e em voz inaudível Aimée respondeu: "Sim, Senhor, eu irei."

Naquele momento ela sentiu nova vida no seu corpo e logo a respiração tornou-se fácil e a dor desapareceu. Em quinze dias, Aimée estava completamente recuperada. É interessante observar que muitos crentes oram por sua cura, mas, sem resultado por causa da desobediência deles para com o Senhor. Portanto, no momento em que ela submeteu-se à vontade de Deus, a resposta veio na hora.
                                                             

                                                   AS PRIMEIRAS CAMPANHAS

Restabelecida, Aimée Semple McPherson recomeçou o seu trabalho na Seara do Senhor. Ela voltou ao Canadá, onde na pequena cidade de Mount Forest, realizou a sua primeira campanha evangelística em 1915. Esse foi o início de um ministério de dimensões mundiais.

Chegando em Mount Forest, dirigiu-se ao pequeno salão onde ia realizar a campanha. Na primeira noite, irmã McPherson, como era conhecida, ficou desapontada ao encontrar um número reduzido de pessoas assistindo o culto. Na segunda noite pregou àquelas mesmas pessoas, que quase dois anos haviam frequentado os trabalhos. Na terceira noite, antes do culto, ela pegou uma cadeira e dirigiu-se à esquina principal da pequena cidade, a apenas um quarteirão do salão de culto. Subiu na cadeira, e com os braços erguidos, começou a orar em silêncio. Logo após, ouviu vozes ao seu redor comentando o fato. Ela parou de orar e abrindo os olhos viu um grupo grande de pessoas. Pegando a cadeira, saiu correndo e gritando "depressa, venham comigo". Todos correram atrás dela, e chegando ao salão, ela disse ao porteiro: "Quando todos estiverem dentro, feche a porta e não deixe ninguém sair". Realmente ninguém procurou sair da pregação que durou quarenta minutos.

Na noite seguinte, o salão ficou lotado e muitos não puderam entrar. O problema só ficou resolvido com a remoção do culto para a grande área gramada que ficava atrás do salão. O número de pessoas que assistia às reuniões, cresceu tanto que ultrapassou a quinhentos, e como resultado muitas almas se entregaram a Jesus.

No fim da primeira semana de trabalho ela recebeu uma oferta do povo e, com dinheiro foi à cidade vizinha e comprou uma tenda de lona, já usada. O vendedor (homem desonesto), "abaixou" o preço, com a condição que não seria necessário tirar a tenda da sacola antes de vendê-la. Quando ela voltou a Mount Forest, e abriu "catedral de lona", descobriu que estava mofada e rasgada. Foi necessário remendar e limpar a tenda, que com muito esforço, finalmente ficou pronta. No primeiro culto realizado na tenda, quando Aimée ia começar a pregar, a lona começou a rasgar-se e vinha caindo sobre o povo ali presente, devido ao forte vento; irmã McPherson levantou os braços e orou. "Em nome do Senhor Jesus, ordeno que não caia até depois do culto". Naquele instante a lona ficou presa num prego e não caiu. No dia seguinte um grupo de senhoras da congregação, ajudou a remendar a tenda. Depois de trabalhar o dia todo, irmã McPherson sentiu-se tão cansada, que resolveu cancelar o culto daquela noite. Deixando um aviso na tenda, foi para casa, descansar.

Antes de deitar-se, tomou a Bíblia e ajoelhou-se para orar e meditar nas Escrituras. A Bíblia caiu da cama e quando ela foi pegá-la no chão, percebeu que estava aberta neste versículo: "Qualquer que procurar salvar sua vida, perder-la-á, e qualquer que perder a sua vida por amor de mim, esse a salvará." (Mateus 16:25). Ela entendeu que Deus tinha falado mais uma vez ao seu coração. Levantou-se e imediatamente se preparou para pregar na tenda. Ainda sentia grande cansaço quando subiu ao púlpito, mas, na hora em que se levantou para cantar o primeiro hino, todo o cansaço a tinha deixado. Depois de muitos anos no ministério ela escreveu este maravilhoso testemunho: "Tem sido assim desde aquela vez. Não importa o que seja, labor ou os apuros do dia a dia, nem importa a fadiga física e mental que eles produzem em mim, estou sempre refeita no instante em que fico em pé no púlpito." O resultado glorioso de sua obediência veio naquela noite, quando dezoito fazendeiros se converteram a Cristo.

As campanhas em tendas de lona nas cidades de orla marítima do Atlântico, continuaram até 19l8, com o povo em número sempre crescente, reunindo-se para ouvir esta extraordinária evangelista. Em junho de 1917 foi lançada a primeira edição da sua revista, "Bridal Call", contendo testemunhos e notícias das campanhas, sermões, poesias e outros artigos. Dentro de três meses a revista foi aumentada de uma edição simples de quatro páginas somente, para uma revista mensal de dezesseis páginas. Atualmente é publicada sob o nome "The Foursquare World Advance", contendo notícias da Igreja Quadrangular no mundo inteiro, com uma tiragem mensal de mais de 50.000 exemplares.

As campanhas evangelísticas desses primeiro anos, foram marcadas com grandes experiências de fé e maravilhosas vitórias. Foi nesse período que Deus começou a suar irmã McPherson no ministério da cura divina. Um noite ela pregou sobre o tema "Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e eternamente", mostrando que Ele vive hoje para curar e batizar com o Espírito Santo. A fé foi despertada, e ela viu uma figura patética vindo voluntariamente à frente: Uma moça auxiliada por duas pessoas, estava curvada, com o queixo puxado para baixo tocando no peito, pernas e mãos deformada com artrite reumatóide, chegava apoiando-se em muletas. A moça foi carregada até o púlpito e assentada numa cadeira. Em poucos minutos, ela aceitou Jesus e em seguida, foi batizada com o Espírito Santo. Depois de orar pela sua cura, irmã McPherson disse-lhe que levantasse as mãos e louvasse o Senhor. Assim ela o fez, e louvando ao Senhor, começou a levantar os braços e as mãos deformadas começaram endireitar-se. Com os braços libertos e erguidos, ainda louvando ao Senhor, o queixo e o pescoço há tanto tempo endurecidos, foram-se tornando livres, ao ponto dela poder olhar para o céu. Com isso ela se levantou e apoiando-se com as mãos, começou a andar através da força que suas pernas receberam para sustentá-la. Saiu andando e glorificando ao Senhor.

Numa campanha em Durant, Flórida, novamente Deus provou o Seu poder na vida de Aimée Semple McPherson. As reuniões foram realizadas num tabernáculo de madeira num local onde não havia eletricidade. A luz de lampiões a querosene e gasolina era muito fraca para o tamanho do tabernáculo, então, colocaram um aparelho de luz a gás para iluminar o lugar. Uma noite, antes do culto, enquanto irmã McPherson estava fazendo uns ajustes no aparelho, houve uma pequena explosão no mesmo e as chamas atingiram seu rosto. A dor foi tão aguda que ela, sem pensar nas consequências, saiu correndo e colocou numa bacia com água fria. Ao tirá-lo da água, a dor, já intensa, aumentou, e bolhas brancas começaram a se formar. Irmã McPherson ficou andando de um lado para outro sob as árvores, esperando em Deus sempre, enquanto alguém consertava o aparelho danificado. O povo continuava a chegar, mas a hora de iniciar o culto já estava atrasada, devido ao imprevisto que acontecera com o aparelho.

Um senhor, que estava combatendo as reuniões e a pregação de cura divina, aproveitando a oportunidade, levantou-se para avisar o povo que não haveria reunião porque a pregadora de cura divina tinha queimado o rosto. Quando a irmã McPherson soube disso, orando e pedindo força, subiu ao púlpito em nome de Jesus. Anunciou um hino com os lábios tão endurecidos por causa da queimadura, que quase não pode pronunciar as palavras. Terminando a primeira estrofe, ela levantou sua mão e disse pela fé: "Louvado seja o Senhor que me cura e me tira toda a dor."
O povo começou a louvar a Deus e, instantaneamente, o sofrimento intenso foi aliviado e, perante os olhos de todos, o vermelhão do rosto começou a diminuir e as bolhas desapareceram. No final do culto, a sua pele estava completamente normal e Deus foi glorificado.

Na cidade de Filadélfia, em 1917, a campanha realizada num tenda grande, trouxe pessoas de muitas cidades vizinhas que acamparam em tendas pequenas ao redor de cultos. Na primeira noite, o poder do Espírito Santo caiu sobre o povo que clamava a Deus pedindo um avivamento. Na segunda noite, o inimigo começou a atacar a obra. O terreno alugado para levantar a tenda, antes sido usado como campo de futebol, por um colégio vizinho, e os moços, ressentidos por terem perdido o campo, começaram a perturbar o culto. Centenas deles cercaram a tenda e cada vez que havia uma manifestação do Espírito, eles zombavam e davam gargalhadas. O barulho tornou-se tão forte que dentro da tenda era impossível ouvir a voz dos solistas e dos dirigentes que falavam ao povo. Mais tarde, foi descoberto que os jovens esconderam latas de querosene e gasolina para incendiar tudo que havia no terreno. Enquanto o povo cantava hinos, irmã McPherson orava pedindo a orientação do Senhor. A resposta veio pelo Espírito Santo de Deus, dizendo-lhe: "Começa a louvar, porque a alegria do Senhor é a tua força." Ela começou em voz baixa, com os olhos fechado, mas aos poucos, a sua voz tornou-se mais forte, então clamou: "Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga ao Seu Santo nome." O povo sentindo o Espírito, também levantou a voz louvando ao Senhor. Irmã McPherson relatou o que aconteceu depois:

"Enquanto eu louvava ao Senhor, vi muitos demônio com asas estendidas, semelhantes as de morcego, entrelaçadas uma a uma, lado a lado, ao redor do tabernáculo. Mas cada vez que eu dizia: Louvado seja o Senhor, eu percebia que as forças diabólicas davam um passo para trás até que, finalmente, desapareceram entre as árvores."

Ela continuou clamando: "Glória a Jesus! Aleluia! Louvado seja o Senhor." De repente viu que no lugar onde as forças diabólicas haviam desaparecido, um grande bloco de anjos, vestido de branco estava avançado, também com asas estendidas e entrelaçadas, e cada vez que se expressava: "Louvado seja o Senhor", eles davam mais um passo à frente. Sem parar, avançavam ao ponto de cercar completamente a orla exterior da tenda de lona.

Quando irmã McPherson abriu os olhos, os jovens que perturbavam o culto ainda estavam presentes, mas todos quietos, com os olhos atentos e olhando para ela. Houve uma atenção perfeita durante a pregação, muitos aceitaram Jesus como Salvador, e nos outros cultos eles voltaram trazendo os doentes e aflitos para que recebessem a oração da fé.
    
 

AS VIAGENS TRANSCONTINENTAIS   (1918 – 1923)

Em 1918, Aimee Semple McPherson iniciou uma nova fase de seu ministério. Ela fez sua primeira viagem transcontinental, da orla do Atlântico até a cidade de Los Angeles, atravessando o continente norte-americano com o seu carro, pintado com letras douradas os seguintes dizeres: "Carro do Evangelho e Jesus voltará, se prepare!".

Acompanhada pelo casal de filhos, sua mãe e uma secretária, irmã McPherson corajosamente pegou a direção do carro e enfrentou chuva, neve, tempestades terríveis, lama e montanhas na sua viagem de 6.400 Km, pregando e distribuindo milhares de folhetos, ela se dirigiu a cidade de Tulsa, no estado de Oklahoma, ponto intermediário no seu itinerário para a Califórnia. Antes de lá chegar, recebeu um telegrama avisando-a que
todas as igrejas de Tulsa estavam fechadas por causa de muitas mortes, resultantes da epidemia de gripe. Em oração, o Senhor falou com ela dizendo: "Não temas. Continues a viagem, e quando chegares ali, as igrejas estarão abertas". Quando chegou em Tulsa, num domingo pela manhã, ouviu os sinos de muitas igrejas. Perguntando a razão de tudo isso, irmã McPherson descobriu que a cidade de Tulsa estava regozijando-se pela reabertura de suas igrejas naquele mesmo dia.

Entre 1918 e 1923, irmã McPherson atravessou os Estados Unidos oito vezes, realizando trinta e oito campanhas evangelísticas nos maiores auditórios do país. Esses auditórios tinham capacidade de 3.000 a 16.000 pessoas sentadas, e muitas chegaram para receber a salvação e a cura em Jesus, e para serem batizadas com o Espírito Santo.

Uma das grandes campanhas dessa época foi realizada na cidade de Denver, no estado de Colorado, no auditório municipal com capacidade para 15.000 pessoas. O auditório estava sempre lotado, e cada noite milhares que chegavam, não podiam entrar; uma noite o número de excedentes chegou a 8.000. Muitos se esconderam nos banheiros após o culto a noite, como garantia de que no dia seguinte haveria um lugar para assistir o culto matinal. O número de conversões era tão grande que houve cultos nos quais quase a metade dos ouvintes se levantava para aceitar Jesus. Havia sempre um lugar especial para os cegos e paralíticos, cento e cinqüenta pessoas sobre macas, foram colocadas numa área que ficava em frente ao grande palco. Por duas horas e quarenta e cinco minutos, irmã McPherson foi de maca em maca, orando pêlos doentes, individualmente. Um repórter escreveu o seguinte relatório do culto:

"Foi literalmente um reavivamento de corpos doentes. Pessoa por pessoa, uma após outra, levantou-se da maca, e erguendo as mãos e o rosto para o céu, declaravam sua cura."

Outra campanha de grandes dimensões aconteceu em San Diego, na Califórnia. Os cultos foram realizados num ginásio de esportes reservado para lutas de boxe, onde na véspera da campanha, irmã McPherson conseguiu no intervalo da luta, licença para fazer o aviso da campanha.

Durante cinco semanas a cidade foi abalada e o número cresceu tanto que foi necessário reservar uma parte do ginásio para pessoas com convites especiais. isto foi feito para dar oportunidade a mais pessoas assistirem os dois cultos por dia. Grandes lojas pediram convites para os seus funcionários, entidades civis e militares também fizeram o mesmo.

Cada noite era um grupo diferente que assistia o culto. Não era possível orar por todos os doentes que chegavam, porque o ginásio com a capacidade para 3.000 pessoas, ficou pequeno demais. Finalmente conseguiram um lugar para a realização dos cultos de cura divina ao ar livre, na grande concha acústica do Parque de Balboa (somente por dois dias), um lugar para exposições e feiras, semelhante ao Parque do Anhembi, em São Paulo.

Após marcada a campanha especial, a cidade foi convocada para oração e jejum. Na véspera, setecentos carros chegaram e seus ocupantes aguardavam o início dos trabalhos, dormindo nos próprios carros. Muitos chegaram a pé empurrando cadeiras de rodas ou carregando os doentes em macas. As 10:30 hs, irmã McPherson deu início ao culto; depois de alguns hinos e testemunhos maravilhosos, ela pregou sobre a cura dupla – do pecado e da doença. Daí, ela e um grupo de ministros, começaram a orar pêlos enfermos.

Foi uma fila continua o dia todo. Eles oraram desde cedo até o por do sol, ocupando apenas quinze minutos para um lanche. A polícia estimava que, conforme a hora do dia, havia uma assistência que variava entre 10.000 a 30.000 pessoas durante o dia todo. No dia seguinte, Deus continuou os milagres de salvação e cura no nome de Jesus.

0 ministério de Aimée Semple McPherson tornou-se internacional em 1922 quando ela realizou uma capanha na Austrália. Mais tarde, ela levou o evangelho a muitas outras nações. 0 ministério da irmã McPherson foi marcado por uma paixão imensa pelas almas. A mensagem de salvação recebeu ênfase, seguida de sinais e prodigiosos. Nessas campanhas de salvação e cura divina, a mensagem do Espírito Santo também foi
proclamada. No final dos cultos, um outro culto de oração era realizado aqueles que estavam buscando o batismo com o Espírito Santo, o qual muitas vezes, durou até as cinco ou seis horas do dia seguinte.

 

          A IGREJA DO   EVANGELHO QUADRANGULAR

Durante a grande campanha na cidade de Oakland, na Califórnia, no ano de 1922, Aimée Semple McPherson foi inspirada a chamar sua mensagem de "QUADRANGULAR". Esta 1he foi revelada enquanto pregava sobre a visão de Ezequiel, dos quatro querubins com quatro rostos que simbolizavam o quádruplo ministério do Senhor Jesus Cristo:

O SALVADOR; 
O BATIZADOR COM O ESPÍRITO SANTO;
O GRANDE MÉDICO
 ;

E O REI QUE HÁ DE VOLTAR.

A sua mensagem nunca mudou, mas recebeu nova ênfase quando ela começou a proclamá-la com o nome dado por Deus: "O EVANGELHO QUADRANGULAR".

No mesmo ano, na cidade de Los Angeles, Aimée Semple McPherson comprou um terreno e começou a construção do templo Sede Internacional (Angelus Temple) . Foi um passo de fé, porque ela tinha apenas cinco mil dólares e a planta do templo que Deus 1he dera. No primeiro dia de janeiro de 1923, com a capacidade para mais de cinco mil pessoas, o templo foi consagrado. Irmã McPherson dirigia pessoalmente vinte e um
cultos por semana, e as novas dependências do templo já não podiam acomodar a multidão que chegava em massa para ouvi-la. Nos primeiros cinco meses, mais de 7.000 pessoas encontraram a salvação em Jesus e 1.200 foram batizadas nas águas.

Mais tarde a fundadora escreveu o seguinte comentário: "O fato de que nos enfatizamos a importância da salvação das almas perdidas em nossas reuniões, junto com a manifestação do Espírito Santo, para realizar milagres, levou Angelus Temple a ser conhecido, durante os primeiros três anos abençoados, como "A IGREJA DO AVIVAMENTO CONTÍNUO".

Aimée Semple McPherson foi fiel a visão de evangelização mundial que Deus 1he deu. Trinta e três dias depois da consagração do templo sede internacional, no dia 6 de fevereiro de 1923, os primeiros alunos do Instituto de Treinamento Evangelístico e Missionário iniciaram seus estudos. Em pouco mais de um ano, o número cresceu tanto que foi necessário realizar as aulas num salão que comportava 500 pessoas. O número continuou a aumentar até que, em 1926, foi inaugurado um edifício de quatro andares para o uso do Instituto Bíblico LIFE BIBLE COLLEGE, dedicado ao ensino da Palavra de Deus, e no preparo de obreiros.

Nos primeiros cinco anos, houve uma média constante de 1.000 alunos, estudando e preparando-se para a obra do Senhor. "Orai sem cessar", diz a Palavra de Deus e, em obediência a essa mandamento, irmã McPherson consagrou uma sala especial do Templo para esse fim. No dia 18 de fevereiro de 1923, com uma equipe de trezentos e sessenta e oito pessoas, cada uma orando um período de duas horas por semana, a Sala de Oração começou a funcionar; com os homens orando durante as doze horas da noite e as senhoras nas horas do dia.

Desde então tem sido contínua vinte e quatro horas por dia, com uma média de 13.000 pedidos mensais que chegam de diversos lugares do mundo. Deus continua a responder a oração da fé com milagres e maravilhas.

Aimée Semple McPherson consagrou a Rádio KFSG, em 6 de fevereiro de 1924. Era a primeira emissora de rádio pertencente a uma igreja, nos Estados Unidos, e a terceira emissora em Los Angeles. Ainda hoje, a rádio KFSG proclama a Palavra de Deus através da música evangélica e mensagens, vinte e quatro horas por dia. Além do seu ministério de pregação e ensino da Palavra de Deus, Aimée Semple McPherson também foi autora de vários livros, de cento e cinco hinos e treze óperas sagradas, tudo feito para exaltar o nome e a Pessoa do Senhor Jesus Cristo.

O seu ministério terminou em 27 de setembro de 1944, enquanto ela estava em plena campanha em Oakland, a mesma cidade onde recebeu a visão do Evangelho Quadrangular. O seu filho, Rolf K. MrPherson, assumiu a liderança dessa grande organização.

Atualmente a Igreja do Evangelho Quadrangular está estabelecida em 63 países, com milhares de templos, mais de 100 Institutos Bíblicos e cerca de dois milhões de membros em todo o mundo.

OUTRO:

Uma Jovem Missionária chamada Aimee Semple Mcpherson, na cidade de Oakland, Califórnia.

Em julho de 1922, estava pregando numa grande tenda de lona, onde as multidões se espremiam e incapazes de encontrar lugar debaixo da lona. Naquela noite a mensagem era sobre a Visão de Ezequiel. Diz Aimee: minha alma curvava-se reverente,meu coraçãovibrava, pois a história ardente dessa visão celestial parecia encher e permear não só o Tabernáculo, mais toda a terra. Nas nuvens do céu que se dobravam e desdobravam em glória chamejante, Ezequiel contemplara o ser cuja glória mortal algum pode descrever. Enquanto fixava a maravilhosa revelação do ONIPOTENTE, ele percebeu quatro rostos, de Homem, de Leão, de Boi e de Águia. Na face do leão, contemplamos aquele que batiza com o Espírito Santo e com Fogo. A face do Boi tipifica aquele que carrega os fardos, que levou sobre si todas as nossas fraquezas e enfermidades. Na face da Águia, vemos refletida as visðes arrebatadoras do Rei vindouro. Na face do Homem contemplamos o Salvador, o Homem de dores, que sabe o que é padecer, morrendo na cruz pelos nossos pecados. Este é um Evangelho perfeito, completo, para o corpo, alma, espírito e para a eternidade, um Evangelho que olha diretamente e ao mesmo tempo em quatro direções.

A tenda toda foi envolvida enquanto eu expunha este aspecto da Palavra de Deus. Era como se cada alma ali estivesse em sintonia com o ritmo da música celestial, nasceu em meu íntimo uma melodia que parecia tocar e ser sustentada sobre quatro cordas vibrantes e trêmulas, enquanto eu refletia sobre a visão do profeta Ezequiel. Fiquei parada por um instante e escutei, agarrada ao púlpito, quase sacudida por esplendor e alegria. Brotaram então do fogo ardente do meu coração as palavras: EVANGELHO QUADRANGULAR.

No mesmo instante o Espírito deu o testemunho. Ondas, Vegalhões, Oceanos de louvor varreram a audiência, que foi arrebatada pelos ventos impetuosos do reavivamento do Espírito Santo de Deus operava de tal forma que toda a multidão estava atônita ao ver o Senhor operando, a mensagem Espírito Santo.
Aqui temos um resumo de que maneira se iniciou a Igreja do Evangelho Quadrangular.
                    

 
Principais Erros da Igreja do Evangelho Quadrangular, conforme consta na Bíblia Sagrada e textos bíblicos que os refutam:

. Santidade do Domingo:Gen 2:1-3, Ex. 20:8-11, Eze 20: 12,20, Luc. 4:16, Mat.24:20, Atos 13:42-44, Apoc. 1:10, Mat 12:8, Luc. 6:5, Is. 66:22,23; Heb 4:4-13;

. Imortalidade da Alma:I Tim. 6:15,16, Gen. 2:7, Ex. 12:7, Jó 27:3, Sal. 146:4, 6:5, 115:17, Joa. 11:11-14;

.  A Lei Abolida por Cristo: Mat. 5:17,28; Rom. 6:13,14; Rom. 3:28-31; Sal. 40:8; Heb. 8:10; I João 2:3-6, Tiago 2:10-17.  

  Falar em línguas estranhas: I Cor. 12:21, I Cor. 12:27-31, I Cor 13:1-2, Atos 1:6-8, I Cor 14:22, Atos 2:4 -11, I Cro 14: 26 - 27, I Cor 15:28, Atos 5:32, Joa 14: 15 -16.

   

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